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A alimentação no início da manhã é muito importante, para abastecer o organismo para o dia que se segue. Durante a noite o corpo continua trabalhando e ao acordar as reservas de combustíveis estão diminuídas. Para o esportista além de esta refeição estimular o metabolismo, fornece nutrientes para a recuperação muscular pós treino ou para formação de estoques que garantirão energia para prática esportiva que ainda está por acontecer.
O café da manhã não precisa ser uma grande refeição, mas sim uma porção de nutrientes capaz de estimular o metabolismo e fornecer nutrientes para o organismo. Com relação ao volume calórico deve conter no mínimo 15% das necessidades diárias recomendadas por um dia. Se as necessidades do individuo são de 2000 kcal, o café da manhã deve ter aproximadamente 300 kcal.
O critério para escolha dos alimentos é baseado na função que desempenha cada nutriente. Os carboidratos (pães, bolachas e cereais) fornecem energia para o trabalho muscular; o leite, queijos e os frios magros (peito de peru, presunto de peru ou chester) são fontes de proteína importantes para contração muscular e renovação celular.
As pessoas que tem o hábito de treinar pela manhã, logo após acordar NUNCA DEVEM FAZER EM JEJUM. A melhor dica é fazer um lanchinho antes de treino: que pode ser 2 torradas e 1 copo de suco de frutas. Deve-se evitar o consumo de margarina, queijos gordurosos, molhos como maionese e nata, pois o excesso de gordura atrapalha o desempenho durante o exercício, por isso é melhor optar por alimentos desnatados e light (leite, queijos, requeijão...).
Algumas sugestões para café da manhã:
# Granola + iogurte desnatado + frutas
# Sanduíche de pão integral, peito de peru e queijo branco+ suco de laranja
# Pão francês com queijo branco, leite desnatado com café e mamão papaia
#Banana com iogurte desnatado + aveia em flocos e mel
# Cereal com leite e morangos
Texto elaborado por Daniela Diglio ( nutricionista).
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O que é?
É a técnica através da qual se desenvolve a flexibilidade dos músculos, preparando-o para movimentos ajudando a realizar a transição diária da inatividade para a atividade vigorosa, sem tensões indevidas.
Todo treinamento físico envolve um estímulo e uma adaptação do organismo. Neste caso, o estímulo é explorar os limites de amplitude das articulações. A adaptação é uma reorganização do tecido de sustentação dos ossos e cartilagens, principalmente de suas proteínas (colágeno e elastina), que são constantemente recicladas.
A capacidade de adaptação dos tecidos, que os torna mais elásticos e flexíveis, depende de vários fatores, entre eles a ação de hormônios. Por exemplo: a flexibilidade corporal da mulher é maior que a do homem devido à ação do hormônio estrógeno.
Por que fazer Alongamento?
Além de permitir uma maior amplitude dos movimentos, o alongamento aumenta a segurança na execução de exercícios físicos ou tarefas motoras do cotidiano como brincar com os filhos, colocar o lixo para fora, trocar um pneu furado, etc.
Um outro benefício ainda pouco esclarecido é a melhora da coordenação motora e reflexos em geral parece facilitar a comunicação entre o cérebro e os músculos, o que contribui para um maior controle e precisão dos movimentos. Nota-se que até o andar de um praticante de alongamento é mais coordenado, menos tenso e até mais confiante.
Porém, não se pode esperar uma alteração da flexibilidade das articulações com apenas algumas aulas de alongamento. Somente a partir de uma rotina de realização de exercícios de alongamento as proteínas das articulações vão se depositando nos tecidos de sustentação.
É por isso que após algumas semanas com uma articulação imobilizada, ao retirar o gesso, os movimentos ficam limitados e você, lentamente, vai recuperando a amplitude dos mesmos. A realização do alongamento estimula o processo de adaptação e, conseqüentemente, a flexibilidade.
Antes ou Depois do Exercício?
Antes, depois e, por que não, como o exercício principal. O alongamento deve fazer parte de uma programação bem elaborada de exercícios regulares.
Antes, como parte de uma rotina de aquecimento, é uma ótima estratégia para prevenir lesões nas atividades que virão a seguir.
Depois, como parte de uma rotina de recuperação. Como Exercício Principal, após um breve aquecimento, uma seqüência de exercícios de alongamento melhora a consciência corporal, estimula a flexibilidade e alivia tensões.
Por exemplo, você que está lendo este texto, respire fundo e relaxe a musculatura que sustenta os ombros... Percebeu que estava tenso? Com o tempo, esta tensão involuntária vai "encurtando" os músculos até o dia em que não temos mais flexibilidade nem para amarrar o próprio sapato.
FONTE:
: http://www.altanapharma.com.br
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O aquecimento é tão essencial e benéfico para quem faz exercícios, que é indispensável incorporá-lo em nossas atividades físicas. Ele evita e previne lesões graves, atuando também contra as dores no corpo.
O principal objetivo do aquecimento é preparar o organismo para a atividade física. Ele visa obter o estado ideal psíquico e físico, a preparação para os movimentos e principalmente prevenir as lesões.
O aquecimento geral
Os principais objetivos fisiológicos do aquecimento geral são: obter um aumento da temperatura corporal, da temperatura da musculatura e preparação do sistema cardiovascular e pulmonar para a atividade e o desempenho.
Devemos elevar a temperatura corporal, pois ao atingir a temperatura ideal, as reações fisiológicas importantes para o desempenho motor ocorrem nas proporções adequadas para aquela determinada atividade.
A velocidade do metabolismo aumenta em função da temperatura, aumentando 13% para cada grau de temperatura. O aumento da irrigação dos tecidos garante um melhor suprimento de oxigênio e substratos ao tecido. Quando o metabolismo está alto, torna as reações químicas mais rápidas e mais eficientes.
No lado preventivo, o aumento da temperatura resulta em uma redução da resistência elástica e da resistência do atrito. A musculatura, os ligamentos e os tendões tornam-se mais elásticos tornando-se menos suscetíveis a lesões ou rupturas.
Há também modificações importantes nas articulações, devido a uma série de mecanismos. As articulações aumentam a produção de líquido sinovial, o líquido que fica dentro das articulações, tornando-se mais resistentes à pressão e a força.
Aquecimento específico
O aquecimento específico deve ser realizado após o aquecimento geral. Este tipo de aquecimento é fundamental nas modalidades esportivas coordenativas. Consiste em exercícios que se assemelham tecnicamente aos que serão executados na atividade posterior.
Deve conter exercícios de alongamento e relaxamento que funcionam como profilaxia de lesões, além de garantir um bom alongamento da musculatura que será trabalhada.
Com exercícios direcionados aos principais grupos musculares da atividade, há um redirecionamento sanguíneo para estas regiões, tornando-as mais irrigadas e supridas de oxigênio. Isto porque o aumento da temperatura corporal não é proporcional ao aumento da temperatura muscular. Existe uma diferença na velocidade de aumento destas temperaturas.
Aquecimento Passivo
O aquecimento passivo envolve o aumento da temperatura corporal através de alguns meios externos. Por exemplo, a utilização de massagem, diatermia de ondas curtas, sacos quentes, banhos de vapor e duchas quentes são todos considerados aquecimento passivo. Este pode não ser um método prático para o atleta, porém, o desempenho físico será aprimorado (comparado à total falta de aquecimento) se as temperaturas do corpo ou dos tecidos locais estiverem suficientemente elevadas.
Uma possível vantagem do aquecimento passivo é a redução da probabilidade de prejuízo no trabalho físico subseqüente devido à depleção excessiva de "substratos de energia" por causa da insignificante quantidade de atividade exigida. As técnicas de aquecimento passivo podem ser usadas juntamente com outros tipos de aquecimento para prolongar os efeitos da temperatura elevada.
FONTE: http://www.faac.unesp.br
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